
Ransomware na América Latina: por que a segurança cibernética proativa não é mais opcional?
Descubra o impacto do ransomware na América Latina e o papel crucial dos Centros de Operações de Segurança (SOC) na sua defesa. Aprenda a proteger sua empresa com estratégias avançadas.
Em um mundo cada vez mais digitalizado, as ameaças cibernéticas representam um risco constante para as empresas. Entre elas, o ransomware se destaca como uma das mais destrutivas e lucrativas para os cibercriminosos. Esse tipo de malware não apenas bloqueia o acesso a dados críticos, mas também pode paralisar operações inteiras, gerando perdas milionárias.
Na América Latina, o ransomware tem experimentado um crescimento alarmante, com um aumento de 70% nos ataques durante 2024 em comparação com regiões como a América do Norte. *
Segundo relatórios, em 2025, os ataques de ransomware na região ultrapassaram 1,1 milhão, afetando principalmente países como Brasil, México e Argentina. Diante dessa realidade, a questão não é mais se uma empresa será atacada, mas o quão preparada ela está para responder.
Aqui, ganha relevância uma abordagem proativa de segurança cibernética: uma operação centralizada que monitora os sistemas 24 horas por dia, 7 dias por semana, identifica comportamentos anômalos e age antes que uma ameaça se transforme em uma crise. Essa abordagem é o que hoje conhecemos como Centro de Operações de Segurança (SOC).
Para muitas organizações, especialmente na América Latina, os SOCs gerenciados se tornaram uma forma eficiente de acessar recursos avançados de segurança sem a complexidade de operá-los internamente.
Neste artigo, exploraremos as características do ransomware, o papel do SOC e como ele protege as empresas.
Características do ransomware: compreendendo a ameaça
O ransomware é um software malicioso projetado para criptografar arquivos ou bloquear sistemas, exigindo um pagamento, geralmente em criptomoedas, para restaurar o acesso. Suas principais características o distinguem de outros malwares: em primeiro lugar, ele usa criptografia inviolável, o que impede as vítimas de recuperar seus dados sem a chave fornecida pelos invasores.
Existem variantes como os encryptors, que criptografam arquivos individuais, e os screen lockers, que bloqueiam o dispositivo inteiro. Outra característica importante é a exigência de resgate, acompanhada de ameaças como a exposição dos dados roubados caso o pagamento não seja feito. Em termos de propagação, o ransomware se infiltra por meio de e-mails de phishing, vulnerabilidades em softwares desatualizados ou ataques à cadeia de suprimentos.
Uma vez dentro, ele se propaga rapidamente pela rede, afetando vários dispositivos. Na América Latina, o ransomware evoluiu para formas mais sofisticadas, como o “ransomware-as-a-service” (RaaS), em que grupos criminosos alugam ferramentas para afiliados, facilitando ataques em massa. O ransomware não é apenas uma ameaça técnica, mas também um risco financeiro: o custo médio por incidente em 2023 foi de US$ 1,85 milhão, com um aumento de 13% nos últimos cinco anos.
Estudos recentes revelam que os setores mais vulneráveis na América Latina incluem finanças, saúde e manufatura. No Brasil, por exemplo, foram registrados 38 incidentes no segundo trimestre de 2025, representando 6% dos ataques globais em ambientes industriais. Essa tendência ressalta a necessidade de defesas proativas, já que pagar o resgate não garante a recuperação e pode incentivar mais ataques.
O que é um Centro de Operações de Segurança (SOC)?
Um Centro de Operações de Segurança (SOC), ou Security Operations Center em inglês, é uma unidade centralizada dedicada a monitorar, detectar e responder a ameaças cibernéticas em tempo real. Funciona como o “centro de controle” da segurança cibernética de uma organização, integrando ferramentas, processos e pessoal especializado para manter a integridade dos sistemas.
As principais características de um SOC incluem: monitoramento contínuo 24 horas por dia, 7 dias por semana, de redes, terminais e aplicativos; análise de dados de várias fontes, como firewalls, sistemas de detecção de intrusão e registros de atividade. Além disso, incorpora tecnologias como inteligência artificial para detecção automatizada e ferramentas de orquestração para coordenar respostas.
Na América Latina, onde os recursos cibernéticos podem ser limitados, muitas empresas optam por SOCs externos ou híbridos, que combinam pessoal interno com serviços gerenciados. Isso permite que as PMEs tenham acesso a expertise de alto nível sem investimentos massivos. De acordo com especialistas, um SOC eficaz reduz o tempo de detecção de ameaças de dias para minutos, minimizando os danos.
Como os SOCs protegem sua empresa contra ransomware
Os SOCs são essenciais para combater o ransomware, pois operam com uma abordagem em camadas: prevenção, detecção e resposta. Na fase de prevenção, o SOC realiza varreduras regulares de vulnerabilidades e aplica patches, fechando portas de entrada comuns, como softwares obsoletos. Ele também educa a equipe sobre phishing, um dos principais vetores de ransomware na América Latina.
Na detecção, o SOC monitora em tempo real atividades suspeitas, como acessos não autorizados ou padrões de criptografia em massa. Ele identifica o ransomware em estágios iniciais, antes que ele se espalhe. Por exemplo, se um arquivo malicioso tenta criptografar dados, o SOC gera alertas automáticos e isola o dispositivo afetado.
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No final das contas, a segurança cibernética proativa é o melhor investimento contra o ransomware, mas apenas 14% das organizações na América Latina confiam que suas equipes de TI possuem as habilidades necessárias para enfrentar o crime cibernético, de acordo com o Fórum Econômico Mundial.
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